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sábado, 22 de março de 2014

Florais de Minas

Guttagnello

Para crianças sensíveis, inseguras e tensas; distúrbios respiratórios, sono agitado, terror noturno, pesadelos, enurese noturna (xixi na cama), bruxismo, nervosismos, dificuldades de convivência e automutilação.
Composição: Psidium, Passiflora, Plantago, Bipinatus, Malus, Salvia e Eucalyptus.

Levitate

Fórmula floral “ansiolítica” preparada para auxiliar aquelas pessoas cuja ansiedade é enrustida ou dissimulada, e que via de regra encontram algum falso alívio no descontrole alimentar, ocasionando um tipo rebelde de obesidade.

O foco gerador da ansiedade está associado ao pensamento oculto obsessivo (e, portanto, ruminante, ligando-se somaticamente à oralidade), aos medos e temores, à carência afetiva, bloqueios na criatividade, possessividade, falsa autoidentificação, baixa autoestima, perda em certa medida dos objetivos intrínsecos da alma e vontade fraca.

Ajuda na mudança de postura da personalidade frente a si mesma, frente aos outros e à vida, e em relação aos alimentos. Coadjuvante psíquico nos casos de obesidade e nas necessidades de perdas de peso. Composição: Ambrosia, Artemisia, Calendula Silvestre, Cauliflora, Chicorium, Fuchsia, Jasminum, Malus e Ruta.

Lavandula Lavandula vera DC.
Nome Popular: Alfazema

Para aquele indivíduo talentoso, capaz e com suficiente força de vontade, que está sempre perseguindo seus objetivos, porém nunca consegue finalizar seus projetos.

A pessoa tem sempre a sensação vaga de estar presa a alguma coisa que prejudica seu pleno desabrochar e a sua completa realização. Para as situações onde há atrasos no pleno florescimento biológico ou psíquico. Deve ser ministrada quando há falta de iniciativa, imaturidade, hesitação, perdas de autoconfiança e sentimentos de inferioridade e de impotência física ou psíquica. Lavandula traz as energias da autoconfiança e da autorrealização, auxiliando a personalidade a construir um conceito mais amplo de vontade e poder. Ela reforça o “eu” debilitado, esquecido de suas próprias reservas internas de força e coragem. Coadjuvante nas dificuldades de aprendizado em geral e no desenvolvimento e integração de pessoas especiais.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

A toa!!!

Aff que mulher a toa eu sou, já e o segundo post só hj de manhã...

mas sabe o q que é? tô esperando o eletricista...hahahahaha

e aí estou fazendo uma viagem no blog na Karem...e quando voltei aki, olha que linda surpresa, ela tinha me deixado um recadinho...awwwwwwww q fofo..obrigada.

Karen eu tb não tomo aquele monte de remédio...só o shake e o chá.

Mas o importante é que se fosse outro dia eu estaria deitada na cama, como uma baleia encalhada e vendo tv...e hoje eu já lavei e estendi roupa, já fiz meu papazinho gostoso de Deus e tô aqui...rindo da situação de esperar o moço...

Definitivamente preciso fazer duas coisas:

- tirar minhas medidas (MEEEEEEEEEEEEEDO)
- fazer exercícios...

Mas ainda bem q hoje vou para gira e vou voltar morta e suada...

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Chá Vermelho

O chá vermelho (Camelia Sinensis) também é conhecido como Pu-Erh devido ao nome da região da China onde esse tipo de chá se popularizou.

Nome científico: Camellia sinensis (L.) Kuntze
Família: Theaceae
Parte utilizada: Folha
Sinonímia: Red tea, Dark tea, Pu Erh Tea

O chá vermelho (ou Pu-Erh) é obtido de uma segunda oxidação especial das folhas de chá verde, o que as torna mais resistentes e lhes confere novas propriedades saudáveis.

O Chá Vermelho é um tipo de Dark Tea. Se diferencia pela fermentação que ocorre no final do processo de preparo do mesmo. A primeira etapa de preparação do Chá Vermelho é a eliminação das enzimas. Logo em seguida, as folhas são misturadas (o que irá aumentar o aroma do chá). Após a mistura, permanece um certo período secando. Para finalizar, ocorrem as etapas de fermentação, onde o Chá Vermelho irá adquirir a sua coloração característica, e secagem. Somente apos todas as etapas
descritas acima, as folhas são selecionadas e a preparação do Chá Vermelho se encerra.

Alguns dos mais nobres chás vermelhos podem sofrer fermentação por 50 anos, chegando a custar pequenas fortunas.

Princípios Ativos:
As folhas contem proteínas, glicídios, acido ascórbico, vitaminas do complexo B e bases púricas, especialmente cafeína, polifenóis: monosideos de flavonois e flavonas, catecois e epicatecois livres e esterificados pelo acido galico e produtos de condensação, e taninos. (Simões,1999)

Bases Xantínicas: compostas basicamente por cafeína e teofilina; Protoantocianidinas; Flavonóides: O-heterosídeos de flavonóis e flavanonas, C-heterosídeos de flavonas, epicatecol, epigalocatecol e seus ésteres gálicos;
Outros: Óleo Essencial, Taninos Catequicos, Vitaminas do Grupo B, Sais Minerais, Ácidos Fenólicos.(Alonso,1998)

Contém , entre outras substancias, a teobromina, a teofilina e a cafeína em proporções, por vezes, superior a do café. (Reader’s Digest, 1983)

O Extrato pó micronizado deverá conter no mínimo 5%; 15%; 30% e 40% de polifenóis totais, variando conforme o tipo.

Finalidade terapêutica:
O chá vermelho também é conhecido como: o devorador de gorduras.
As folhas são comprimidas e armazenadas em barris, em condições muito especiais, cujo segredo continua bem guardado.
No entanto, os benefícios deste chá, (também conhecido como Pu-erh), vão muito além das já conhecidas propriedades adelgaçantes e purificantes.
 Acelera o metabolismo do fígado;
 Favorece a redução do colesterol;
 Depurativo;
 Desintoxicante, usado em tratamentos adelgaçantes e de beleza;
 Antidepressivo;
 Facilita a digestão.

Sugestão de dosagem:
200 mg/ dia (conforme orientação médica).

Fonte: http://www.farmacam.com.br/publico/monografia/chavermelho.pdf - consultado em 24/06/2009 às 13:30h.

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Acho que depois disso tudo, vale a pena comprar o tal chá vermelho e gastar R$ 10,00.
Mas primeiro vou usar os que tenho em casa. Detesto ver coisas estragarem.

Chá Branco

Pouco conhecido no Brasil, o chá branco é ainda mais poderoso que o chá verde. É rico em elementos essenciais para o bom funcionamento do organismo e seu consumo frequente é uma arma eficaz contra os quilos extras, pois acelera o metabolismo e ajuda a eliminar a gordura corporal.

O chá branco, que tem o nome botânico Camelia Sinensis, possui grande quantidade de substâncias antioxidantes, tem alta concentração de polifenois, bioflavonóides e catequinas. Contém também ácido fólico, potássio, manganês e vitamina C, K, B1 e B2.

Pode ser menos processado que o chá verde. Sem passar pelo processo de oxidação, suas propriedades ficam mais concentradas e isso acelera mais os benefícios como a queima de gordura do corpo.

O chá branco também é aliado para retardar o envelhecimento, pois tem um ativo importante, o tanino, responsável por baixar o colesterol ruim, que bloqueia as artérias, evitando os problemas como infarto.

Pesquisas feitas em ratos pelo Instituto Linus Pauling da Califónia comprovaram a eficiência do chá em inibir a mutações genéticas, que podem originar o câncer. Isto se deve aos bioflavonóides e catequinas.[14]

Para obter bons resultados, deve-se consumir pelo menos duas vezes ao dia.

Vantagens do Chá Branco:
- Anti-cancerígeno
- Diurético.
- Ação vasodilatadora.
- Diminuição das taxas do LDL (colesterol ruim )
- Antioxidante.

*Dra. Sylvana Braga, é médica ortomolecular, nutrologista, reumatologista e fisiatra com clínica no Rio de Janeiro e em São Paulo.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Hibiscus

Nome popular HIBISCUS

Nome científico Hibiscus sabdariffa Lineo

Família Malvácea

Sinonímia popular Hibisco, azedinha, vinagreira, quiabo-azedo

Sinonímia científica Hibiscus acetosus Noronha

Parte usada Cálices secos, folha

Propriedades terapêuticas Demulcente,colerética, hipotensora, diurética, colerético, laxante, antiespasmódica, adstringente, expectorante, protetor da mucosa estomacal, digestivo, fluidificante do suco biliar.

Princípios ativos Mucilagem, antocianinas (hibiscina, cianidina, delfinina), pigmentos flavônicos, ácido tartárico, málico cítrico e hibístico, fitosteróis (sitosterol, campestrol, ergosterol, estigmasterol)
Indicações terapêuticas Constipações e irritações de vias respiratórias,

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Gente - a cor do chá é maravilhosa e super consoladora...dá vontade de beber o tempo todo!

E vamos contar...

Vamos voltar a contar...pontos, causos e etc...

Primeiro de tudo, fui ao Mundo Verde comprar os cházinhos que estou devendo a muito tempo a mim mesma...e não resisti e comprei esses bolinhos aí pra lanchezinhos rápidos.

Cada um custou R$ 1,80 e na tabela do Vigilantes só tem 2 pts cada... Só pra vcs terem uma idéia eu posso comer 34 ptos/dia. Caallllma que eu não vou comer tudo em bolinhos....






Enfim os chás...o chá vermelho custa R$ 8,00 ( pára né!).

Então comprei o chá de hibiscus, recomendado pela Pri e o chá branco.

Mas o melhor foram os preços: Hibiscus R$ 2,10 e chá Branco R$ 2,70.



Pri, se quiser eu importo pra ti, viu? Pq eu comprei pela metade do preço!

Tô num ânimo de dar gosto de fazer os chás...ai ai... E hoje eu prometi que vou estudar por uma hora e ainda vou fazer pelo menos 30 min de exercício...ainda bem que ainda são 18:39h.

A boa notícia é que voltei aos 121,00 kg, e que aquele quilo sobressalente era da visita de seu Chico mesmo.

Ah...minha balança só mede kg então é bom eu perder peso mesmo, pq se não não vai aparecer pra vcs...rsrsrs


Diário VP - 23/06/2009


Café: 1 pão françês com margarina e café com leite desnatado e adoçante - 6 pts


Almoço: 2 pç de arroz com brócolis + 1 pç de feijão + 4 nuggets - 10pts


Lanche: PASMEM 1/2 pct de amandita - 14 pts



Então...eu só tenho 4 pts pra jantar, o que obviamente não vai dar e vou entrar o dia amanhã devendo...

ai...ai...

Tudo é questão de força de vontade mesmo







domingo, 17 de maio de 2009

Arruda: xô mau olhado!

Por: Rose Aielo Blanco

Apesar de ter aplicação na medicina natural e até na preparação de bebidas, a arruda ficou famosa mesmo pelos seus "poderes" contra o mau-olhado e outras vibrações negativas.
Não é fácil determinar quando surgiu a fama da arruda (Ruta graveolens) como erva protetora.

O que se sabe é que em culturas muito antigas, são encontradas referências sobre seus poderes contra as "más vibrações" e seu uso na magia e religião.

Na Grécia antiga, ela era usada para tratar diversas enfermidades, mas seu ponto forte era mesmo contra as forças do mal.

Já as experientes mulheres romanas costumavam andar pelas ruas sempre carregando um ramo de arruda na mão - diziam que era para se defenderem contra doenças contagiosas mas, principalmente, para afastar todos os males que iam além do corpo físico (e aí se incluíam as feitiçarias, mau-olhado, sortilégios, etc.).

Na Idade Média - época em que acreditava-se que as bruxas só poderiam ser destruídas com grandes poderes como o do fogo - a arruda reafirmou sua fama, pois seus ramos eram usados como proteção contra as feiticeiras e, ainda, serviam para aspergir água benta nos fiéis em missas solenes. O uso desta planta nas práticas mágicas do passado é impressionante.

Em todas as referências pesquisadas, encontrei receitas que empregam a arruda como ingrediente.

William Shakespeare, na obra Hamlet, se refere à arruda como sendo "a erva sagrada dos domingos". Dizem que ela passou a ser chamada assim, porque nos rituais de exorcismo, realizados aos domingos, costumava-se fazer um preparado à base de vinho e arruda que era ingerido pelos "possessos" antes de serem exorcizados pelos padres.
A fama atravessou séculos e fronteiras: no tempo do Brasil Colonial a arruda podia ser vista com freqüência, repetindo a performance dos tempos antigos, só que desta vez, associada aos rituais africanos.Numa famosa pintura intitulada "Viagem Histórica e Pitoresca ao Brasil, o artista Jean Debret retrata o comércio da arruda realizado pelas escravas africanas. O galho de arruda era vendido como amuleto para trazer sorte e proteção. E não eram apenas as escravas que usavam os galhinhos da planta ocultos nas pregas de seus turbantes - as mulheres brancas colocavam o galhinho estrategicamente escondido nos seios.
Outro fator teria reforçado o valor da arruda naquela época: a infusão feita com a planta era usada como uma espécie de anticoncepcional e abortivo.

Medicinal, com reservas
Também conhecida como arruda-dos-jardins, arruda-fedorenta ou ruta-de-cheiro-forte, a arruda é uma representante da Família das Rutáceas.
É uma planta considerada sub-arbustiva ou herbácea, lenhosa, que apresenta caule ramificado, pequenas folhas verde-acinzentadas e alternadas.
As flores também são pequenas e de coloração amarelo-esverdeada. Originária da Europa, mais especificamente do Mediterrâneo, a arruda se dá muito bem em solos levemente alcalinos, bem drenados e ricos em matéria orgânica. A planta necessita de sol pleno pelo menos algumas horas por dia. Sua propagação se dá por meio de estacas ou sementes.
Trata-se de uma planta muito resistente que, se atendidas suas necessidades básicas de cultivo, dificilmente apresentará problemas. A colheita normalmente pode ser feita cerca de 4 meses após o plantio.
Quanto às propriedades medicinais da arruda é interessante, antes de prosseguir, fazer uma observação: há séculos, divulga-se que a planta apresenta propriedades muito ligadas ao desejo sexual masculino e feminino, mas de formas diferentes: seria um anafrodisíaco (ou anti-afrodisíaco) para os homens e um excitante para as mulheres. Ainda não foi possível comprovar a veracidade dessas indicações, entretanto, nos escritos (datados de 1551) de Hieronymus Bock, considerado um dos primeiros botânicos da história, havia a recomendação para que monges e religiosos ingerissem a arruda, misturada aos alimentos e às bebidas, para garantir a pureza e castidade. A verdade é que esta planta era realmente muito abundante nos jardins dos mosteiros.
Uma substância chamada rutina é a responsável pelas principais propriedades da arruda.
Ela é usada para aumentar a resistência dos vasos sangüíneos, evitando rupturas e, por isso é indicada no tratamento contra varizes.
Popularmente, seu uso é indicado para restabelecer ou aumentar o fluxo menstrual e, também, para combater vermes.
Como uso tópico, o azeite de arruda, obtido com o cozimento da planta, é aplicado para aliviar dores reumáticas. Seu aroma forte e característico, detestado por muita gente, é considerado um ótimo repelente, por isso a arruda é colocada em portas e janelas para espantar insetos.
A arruda é, ainda, muito usada na medicina popular para aliviar dores de cabeça e, segundo os especiaistas, isso pode ser explicado porque ela apresenta um óleo essencial que contém undecanona, metilnonilketona e metilheptilketona.
Todas essas substâncias de nomes complicados possuem propriedades calmantes e, ao serem aspiradas, aliviam as dores e diminuem a ansiedade.
Apesar das propriedades medicinais conhecidas há séculos, o uso interno desta planta é desaconselhado pois, em grande quantidade, a arruda pode causar hiperemia (abundância de sangue) dos órgãos respiratórios, vômitos, sonolência e convulsões.
O efeito considerado "anticoncepcional" na verdade é abortivo, pois provém da inibição da implantação do óvulo no útero, sendo que a ingestão da infusão preparada com a arruda para esta finalidade é muito perigosa e pode provocar fortes hemorragias.
Por incrível que pareça, a arruda também teve muita aplicação na culinária: suas sementes e folhas eram usadas para enriquecer saladas e molhos, em virtude das boas doses de vitamina C contidas na planta. Seu uso era considerado uma defesa contra o escorbuto.
Além disso, a planta também servia para aromatizar vinhos.No sul da Europa, as raízes da arruda eram adicionadas a um tipo de bebida chamada "grappa", para funcionar como um licor digestivo.

Curiosidade
Existe uma história muito curiosa - não se sabe se é verdadeira - que relaciona a arruda ao "Vinagre dos quatro ladrões". Conta-se que no século XVII, a Europa padeceu com uma grande peste que dizimava centenas de pessoas por semana. Ninguém conhecia a causa da doença e muito menos a cura. Grandes cruzes vermelhas eram pintadas nas paredes para marcar as casas de pessoas atacadas pela praga. Alguns ladrões, porém, pareciam completamente imunes: entravam naquelas casas, roubavam os mortos e não adoeciam. Muito tempo depois, descobriu-se como esses ladrões se protegiam - era com uma espécie de vinagre, preparado com arruda, sálvia, losna, menta, alecrim, lavanda, cânfora, alho, noz-moscada, cravo e canela; tudo bem misturado em um galão de vinagre de vinho.

* Rose Aielo Blanco é jornalista e editora da Revista Jardim de Flor

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Ontem, a vó enfiou um punhado de arruda na minha boca, pra me ajudar! Hoje fui procurar explicação...
Será que estou com vermes? Eca!!!